There’s a dream that I see, I pray it can be
Look cross the land, shake this land
A wish or a command
A Dream that I see, don’t kill it, it’s free
You’re just a man, you get what you can
We all do what we can
So we can do just one more thing
We can all be free
Maybe not in words
Maybe not with a look
But with your mind
Listen to me, don’t walk that street
There’s always an end to it
Come and be free, you know who I am
We’re just living people
We won’t have a thing
So we’ve got nothing to lose
We can all be free
Maybe not with words
Maybe not with a look
But with your mind
You’ve got to choose a wish or command
At the turn of the tide, is withering thee
Remember one thing, the dream you can see
Pray to be, shake this land
We all do what we can
So we can do just one more thing
We won’t have a thing
So we’ve got nothing to lose
We can all be free
Maybe not with words
Maybe not with a look
But with your mind
But with your mind
Thursday, August 28, 2008
Monday, August 11, 2008
Just to up to date
faz tempo que não venho aqui, não escrevo nada. Não que eu tenha algo de interessante guardado para falar, mas acho que tem faltado um pouco na minha vida de largar umas palavras soltas e esvaziar minha cabeça escrevendo.
Minha vida está uma correria, mesmo eu não tendo nenhum compromisso super importante com nada; estou monografando, ou pelo menos iniciando essa fase, ja que só hoje entreguei o tal do "aceite" com o anteprojeto para a faculdade (sei lá para quem que isso vai, ou se alguém vai realmente ler, aposto que não).
Caí de paraquedas num projeto do Cris (ou Cristiano Rodrigues), só para tirar umas fotos e acabei ficando. Achei ótimo, já que ainda por cima ele me resignou para continuar com as fotos e trabalhar na área de produção de moda. Estou adorando, apesar de não estar efetuada como bolsista e então não recebendo nada por isso.
Tirando algumas idéias a mais que eu tive, é só isso que têm sido de mim. Já tive algumas crises, essa coisa de formar e ser jogada ai ao mercado é meio assustadora. Principalmente quando a idéia é formar e mudar para o Rio e me jogar ainda mais por lá.
Enquanto isso estou treinando o desapego, (como diria a Natinha) para acreditar mais e pensar menos. Sempre funciona.
Minha vida está uma correria, mesmo eu não tendo nenhum compromisso super importante com nada; estou monografando, ou pelo menos iniciando essa fase, ja que só hoje entreguei o tal do "aceite" com o anteprojeto para a faculdade (sei lá para quem que isso vai, ou se alguém vai realmente ler, aposto que não).
Caí de paraquedas num projeto do Cris (ou Cristiano Rodrigues), só para tirar umas fotos e acabei ficando. Achei ótimo, já que ainda por cima ele me resignou para continuar com as fotos e trabalhar na área de produção de moda. Estou adorando, apesar de não estar efetuada como bolsista e então não recebendo nada por isso.
Tirando algumas idéias a mais que eu tive, é só isso que têm sido de mim. Já tive algumas crises, essa coisa de formar e ser jogada ai ao mercado é meio assustadora. Principalmente quando a idéia é formar e mudar para o Rio e me jogar ainda mais por lá.
Enquanto isso estou treinando o desapego, (como diria a Natinha) para acreditar mais e pensar menos. Sempre funciona.
Tuesday, July 08, 2008
Tuesday, May 27, 2008
do not worry
Me adoeci, perdi o juízo, já não preocupo. Não tenho razões de me preocupar com nada, não quero e ainda tenho quem cuida de mim. Posso ser mimada, mas não pedi por isso. Só quis paz e encontrei. Tenho quem amo por perto e não odeio mais ninguém, e quem não gosto, nem lembro mais que existe, então não existe.
Aprendi a não me preocupar com coisa alguma e agora já não consigo ter preocupações, tudo ao tempo se resolve e minha vida sempre se encaixou fácil; faço uma faculdade sem dor de cabeça, nunca estou lá e não preciso; meu namorado é perfeito pra mim, meus amigos então, a cereja do bolo; minha família me deu tudo que eu precisaria materialmente e abstratamente para ser feliz e me sentir amada.
Escolhi a paz. Não quero mal a ninguém e torço para que ninguém mais que queira meu mal se lembre de mim. Estou na minha, me deixem cá.
Um sorriso doce pra você, seja quem for.
Aprendi a não me preocupar com coisa alguma e agora já não consigo ter preocupações, tudo ao tempo se resolve e minha vida sempre se encaixou fácil; faço uma faculdade sem dor de cabeça, nunca estou lá e não preciso; meu namorado é perfeito pra mim, meus amigos então, a cereja do bolo; minha família me deu tudo que eu precisaria materialmente e abstratamente para ser feliz e me sentir amada.
Escolhi a paz. Não quero mal a ninguém e torço para que ninguém mais que queira meu mal se lembre de mim. Estou na minha, me deixem cá.
Um sorriso doce pra você, seja quem for.
Wednesday, May 07, 2008
Tuesday, April 15, 2008
Se eu fosse você, eu leria
"...
O FALSO CENTRO
O primeiro ponto a ser compreendido é o ego.
Uma criança nasce sem qualquer conhecimento, sem qualquer consciência de seu próprio eu. E quando uma criança nasce, a primeira coisa da qual ela se torna consciente não é ela mesma; a primeira coisa da qual ela se torna consciente é o outro. Isso é natural, porque os olhos se abrem para fora, as mãos tocam os outros, os ouvidos escutam os outros, a língua saboreia a comida e o nariz cheira o exterior. Todos esses sentidos abrem-se para fora. O nascimento é isso.
Nascimento significa vir a este mundo, o mundo exterior. Assim, quando uma criança nasce, ela nasce neste mundo. Ela abre seus olhos, vê aos outros. O "outro" significa o tu. Ela primeiro se torna consciente da mãe. Então, pouco a pouco, ela se torna consciente de seu próprio corpo. Este também é o outro, também pertence ao mundo. Ela está com fome e passa a sentir o corpo; quando sua necessidade é satisfeita, ela esquece o corpo. É desta maneira que a criança cresce.
Primeiro ela se torna consciente do você, do tu, do outro, e então, pouco a pouco, contrastando com você, tu, ela se torna consciente de si mesma. Essa consciência é uma consciência refletida. Ela não está consciente de quem ela é. Ela está simplesmente consciente da mãe e do que esta pensa a seu respeito. Se a mãe sorri, se ela aprecia a criança, se diz: "Você é bonita", se ela a abraça e a beija, a criança sente-se bem a respeito de si mesma. Agora um ego está nascendo. Através da apreciação, do amor, do cuidado, ela sente que é boa, ela sente que tem valor, ela sente que tem importância. Um centro está nascendo. Mas esse centro é um centro refletido. Ela não é o ser verdadeiro. A criança não sabe quem ela é; ela simplesmente sabe o que os outros pensam a seu respeito.
E esse é o ego: o reflexo, aquilo que os outros pensam. Se ninguém pensa que ela tem alguma utilidade, se ninguém a aprecia, se ninguém lhe sorri, então, também, um ego nasce - um ego doente, triste, rejeitado, como uma ferida; sentindo-se inferior, sem valor. Isso também é o ego. Isso também é um reflexo.
Primeiro a mãe - e mãe, no início, significa o mundo. Depois os outros se juntarão à mãe, e o mundo irá crescendo. E quanto mais o mundo cresce, mais complexo o ego se torna, porque muitas opiniões dos outros são refletidas. O ego é um fenômeno acumulativo, um subproduto do viver com os outros. Se uma criança vive totalmente sozinha, ela nunca chegará a desenvolver um ego. Mas isso não vai ajudar. Ela permanecerá como um animal. Isso não significa que ela virá a conhecer o seu verdadeiro eu, não. O verdadeiro pode ser conhecido somente através do falso, portanto, o ego é uma necessidade. Temos que passar por ele. Ela é uma disciplina. O verdadeiro pode ser conhecido somente através da ilusão. Você não pode conhecer a verdade diretamente. Primeiro você tem que conhecer aquilo que não é verdadeiro. Primeiro você tem que encontrar o falso. Através desse encontro, você se torna capaz de conhecer a verdade. Se você conhece o falso como falso, a verdade nascerá em você.
O ego é uma necessidade; é uma necessidade social, é um subproduto social. A sociedade significa tudo o que está ao seu redor, não você, mas tudo aquilo que o rodeia. Tudo, menos você, é a sociedade. E todos refletem. Você irá para a escola e o professor refletirá quem você é. Você fará amizade com outras crianças e elas refletirão quem você é. Pouco a pouco, todos estão adicionando algo ao seu ego, e todos estão tentando modificá-lo, de tal forma que você não se torne um problema para a sociedade. Eles não estão interessados em você. Eles estão interessados na sociedade.
A sociedade está interessada nela mesma, e é assim que deveria ser. Ela não está interessada no fato de que você deveria se tornar um conhecedor de si mesmo. Interessa-lhe que você se torne uma peça eficiente no mecanismo da sociedade. Você deveria ajustar-se ao padrão. Assim, estão tentando dar-lhe um ego que se ajuste à sociedade. Ensinam-lhe a moralidade. Moralidade significa dar-lhe um ego que se ajustará à sociedade. Se você for imoral, você será sempre um desajustado em um lugar ou outro.
É por isso que colocamos os criminosos nas prisões - não que eles tenham feito alguma coisa errada, não que ao colocá-los nas prisões iremos melhorá-los, não. Eles simplesmente não se ajustam. Eles criam problemas. Eles têm certos tipos de egos que a sociedade não aprova. Se a sociedade aprova, tudo está bem.
Um homem mata alguém - ele é um assassino. E o mesmo homem, durante a guerra, mata milhares - e torna-se um grande herói. A sociedade não está preocupada com o homicídio, mas o homicídio deveria ser praticado para a sociedade - então tudo está bem. A sociedade não se preocupa com moralidade. Moralidade significa simplesmente que você deve se ajustar à sociedade.
Se a sociedade estiver em guerra, a moralidade muda. Se a sociedade estiver em paz, existe uma moralidade diferente. A moralidade é uma política social. É diplomacia. E toda criança deve ser educada de tal forma que ela se ajuste à sociedade; e isso é tudo, porque a sociedade está interessada em membros eficientes. A sociedade não está interessada no fato de que você deveria chegar ao autoconhecimento. A sociedade cria um ego porque o ego pode ser controlado e manipulado. O eu nunca pode ser controlado e manipulado. Nunca se ouviu dizer que a sociedade estivesse controlando o eu - não é possível. E a criança necessita de um centro; a criança está absolutamente inconsciente de seu próprio centro. A sociedade lhe dá um centro e a criança pouco a pouco fica convencida de que este é o seu centro, o ego dado pela sociedade.
Uma criança volta para casa - se ela foi o primeiro aluno de sua classe, a família inteira fica feliz. Você a abraça e a beija, e você coloca a criança no colo e começa a dançar e diz: "Que linda criança! Você é um motivo de orgulho para nós." Você está dando um ego a ela. Um ego sutil. E se a criança chega em casa abatida, fracassada, um fiasco - ela não pode passar, ou ela tirou o último lugar - então ninguém a aprecia e a criança sente-se rejeitada. Ela tentará com mais afinco na próxima vez, porque o centro se sente abalado. O ego está sempre abalado, sempre à procura de alimento, de alguém que o aprecie. É por isso que você está continuamente pedindo atenção.
EGO, Esse centro é falso, porque você contém o seu centro verdadeiro. Este não é da conta de ninguém. Ninguém o modela, você vem com ele. Você nasce com ele. Assim, você tem dois centros. Um centro com o qual você vem, que lhe é dado pela própria existência. Este é o eu. E o outro centro, que lhe é dado pela sociedade - o ego. Ele é algo falso - e é um grande truque. Através do ego a sociedade está controlando você. Você tem que se comportar de uma certa maneira, porque somente então a sociedade o aprecia. Você tem que caminhar de uma certa maneira: você tem que rir de uma certa maneira; você tem que seguir determinadas condutas, uma moralidade, um código. Somente então a sociedade o apreciará, e se ela não o fizer, o seu ego ficará abalado. E quando o ego fica abalado, você já não sabe onde está, quem você é. Os outros lhe deram a idéia. Essa idéia é o ego.
Tente entendê-lo o mais profundamente possível, porque ele tem que ser jogado fora. E a menos que você o jogue fora, nunca será capaz de alcançar o eu. Por estar viciado no centro, você não pode se mover, e você não pode olhar para o eu. E lembre-se, vai haver um período intermediário, um intervalo, quando o ego estará despedaçado, quando você não saberá quem você é, quando você não saberá para onde está indo, quando todos os limites se dissolverão. Você estará simplesmente confuso, um caos.
Devido a esse caos, você tem medo de perder o ego. Mas tem que ser assim. Temos que passar através do caos antes de atingir o centro verdadeiro. E se você for ousado, o período será curto. Se você for medroso e novamente cair no ego, e novamente começar a ajeitá-lo, então, o período pode ser muito, muito longo; muitas vidas podem ser desperdiçadas.
Até mesmo o ser infeliz lhe dá uma sensação de "eu sou". Afastando-se disso, o medo toma conta; você começa a sentir medo da escuridão desconhecida e do caos - porque a sociedade conseguiu clarear uma pequena parte do seu ser... É o mesmo que penetrar em uma floresta. Você faz uma pequena clareira, você limpa um pedaço de terra, você faz um cercado, você faz uma pequena cabana; você faz um pequeno jardim, um gramado, e você sente-se bem. Além de sua cerca - a floresta, a selva. Aqui tudo está bem; você planejou tudo. Foi assim que aconteceu. A sociedade abriu uma pequena clareira em sua consciência. Ela limpou apenas uma pequena parte completamente e cercou-a. Tudo está bem ali. Todas as suas universidades estão fazendo isso. Toda a cultura e todo o condicionamento visam apenas limpar uma parte, para que você possa se sentir em casa ali.
E então você passa a sentir medo. Além da cerca existe perigo. Além da cerca você é, tal como dentro da cerca você é - e sua mente consciente é apenas uma parte, um décimo de todo o seu ser. Nove décimos estão aguardando no escuro. E dentro desses nove décimos, em algum lugar, o seu centro verdadeiro está oculto.
Precisamos ser ousados, corajosos. Precisamos dar um passo para o desconhecido. Por um certo tempo, todos os limites ficarão perdidos. Por um certo tempo, você vai sentir-se atordoado. Por um certo tempo, você vai sentir-se muito amedrontado e abalado, como se tivesse havido um terremoto.Mas se você for corajoso e não voltar para trás, se você não voltar a cair no ego, mas for sempre em frente, existe um centro oculto dentro de você, um centro que você tem carregado por muitas vidas. Esta é a sua alma, o eu.
Uma vez que você se aproxime dele, tudo muda, tudo volta a se assentar novamente. Mas agora esse assentamento não é feito pela sociedade. Agora, tudo se torna um cosmos e não um caos; nasce uma nova ordem. Mas esta não é a ordem da sociedade - é a própria ordem da existência. É o que Buda chama de Dharma, Lao Tsé chama de Tao, Heráclito chama de Logos. Não é feita pelo homem. É a própria ordem da existência.
Então, de repente tudo volta a ficar belo, e pela primeira vez, realmente belo, porque as coisas feitas pelo homem não podem ser belas. No máximo você pode esconder a feiúra delas, isso é tudo. Você pode enfeitá-las, mas elas nunca podem ser belas. A diferença é a mesma que existe entre uma flor verdadeira e uma flor de plástico ou de papel. O ego é uma flor de plástico, morta. Não é uma flor, apenas parece com uma flor. Até mesmo lingüisticamente, chamá-la de flor está errado, porque uma flor é algo que floresce. E essa coisa de plástico é apenas uma coisa e não um florescer. Ela está morta. Não há vida nela. Você tem um centro que floresce dentro de você. Por isso os hindus o chamam de lótus - é um florescer. Chamam-no de o lótus das mil pétalas. Mil significa infinitas pétalas. O centro floresce continuamente, nunca para, nunca morre. Mas você está satisfeito com um ego de plástico. Existem algumas razões para que você esteja satisfeito. Com uma coisa morta, existem muitas vantagens. Uma é que a coisa morta nunca morre. Não pode - nunca esteve viva. Assim você pode ter flores de plástico, e de certa forma elas são boas. Elas são permanentes; não são eternas, mas são permanentes. A flor verdadeira, a flor que está lá fora no jardim, é eterna, mas não é permanente. E o eterno tem uma maneira própria de ser eterno. A maneira do eterno é nascer muitas e muitas vezes... e morrer. Através da morte, o eterno se renova, rejuvenesce.
Para nós, parece que a flor morreu - ela nunca morre. Ela simplesmente troca de corpo, assim está sempre fresca. Ela deixa o velho corpo e entra em um novo corpo. Ela floresce em algum outro lugar, nunca deixa de estar florescendo. Mas não podemos ver a continuidade porque a continuidade é invisível. Vemos somente uma flor, outra flor; nunca vemos a continuidade. Trata-se da mesma flor que floresceu ontem. Trata-se do mesmo sol, mas em um traje diferente.
O ego tem uma certa qualidade - ele está morto. É de plástico. E é muito fácil obtê-lo, porque os outros o dão a você. Você não o precisa procurar; a busca não é necessária para ele. Por isso, a menos que você se torne um buscador à procura do desconhecido, você ainda não terá se tornado um indivíduo. Você é simplesmente uma parte da multidão. Você é apenas uma turba. Quando você não tem um centro autêntico, como você pode ser um indivíduo? O ego não é individual. O ego é um fenômeno social - ele é a sociedade, não é você. Mas ele lhe dá um papel na sociedade, uma posição na sociedade. E se você ficar satisfeito com ele, você perderá toda a oportunidade de encontrar o eu.
E por isso você é tão infeliz.
Com uma vida de plástico, como você pode ser feliz? Com uma vida falsa, como você pode ser extático e bem-aventurado? E esse ego cria muitos tormentos, milhões deles. Você não pode ver, porque se trata da sua escuridão. Você está em harmonia com ela. Você nunca reparou que todos os tipos de tormentos acontecem através do ego? Ele não o pode tornar abençoado; ele pode somente torná-lo infeliz.
O ego é o inferno."
OSHO - Extraído do livro "Além das Fronteiras da Mente"
Uma criança nasce sem qualquer conhecimento, sem qualquer consciência de seu próprio eu. E quando uma criança nasce, a primeira coisa da qual ela se torna consciente não é ela mesma; a primeira coisa da qual ela se torna consciente é o outro. Isso é natural, porque os olhos se abrem para fora, as mãos tocam os outros, os ouvidos escutam os outros, a língua saboreia a comida e o nariz cheira o exterior. Todos esses sentidos abrem-se para fora. O nascimento é isso.
Nascimento significa vir a este mundo, o mundo exterior. Assim, quando uma criança nasce, ela nasce neste mundo. Ela abre seus olhos, vê aos outros. O "outro" significa o tu. Ela primeiro se torna consciente da mãe. Então, pouco a pouco, ela se torna consciente de seu próprio corpo. Este também é o outro, também pertence ao mundo. Ela está com fome e passa a sentir o corpo; quando sua necessidade é satisfeita, ela esquece o corpo. É desta maneira que a criança cresce.
Primeiro ela se torna consciente do você, do tu, do outro, e então, pouco a pouco, contrastando com você, tu, ela se torna consciente de si mesma. Essa consciência é uma consciência refletida. Ela não está consciente de quem ela é. Ela está simplesmente consciente da mãe e do que esta pensa a seu respeito. Se a mãe sorri, se ela aprecia a criança, se diz: "Você é bonita", se ela a abraça e a beija, a criança sente-se bem a respeito de si mesma. Agora um ego está nascendo. Através da apreciação, do amor, do cuidado, ela sente que é boa, ela sente que tem valor, ela sente que tem importância. Um centro está nascendo. Mas esse centro é um centro refletido. Ela não é o ser verdadeiro. A criança não sabe quem ela é; ela simplesmente sabe o que os outros pensam a seu respeito.
E esse é o ego: o reflexo, aquilo que os outros pensam. Se ninguém pensa que ela tem alguma utilidade, se ninguém a aprecia, se ninguém lhe sorri, então, também, um ego nasce - um ego doente, triste, rejeitado, como uma ferida; sentindo-se inferior, sem valor. Isso também é o ego. Isso também é um reflexo.
Primeiro a mãe - e mãe, no início, significa o mundo. Depois os outros se juntarão à mãe, e o mundo irá crescendo. E quanto mais o mundo cresce, mais complexo o ego se torna, porque muitas opiniões dos outros são refletidas. O ego é um fenômeno acumulativo, um subproduto do viver com os outros. Se uma criança vive totalmente sozinha, ela nunca chegará a desenvolver um ego. Mas isso não vai ajudar. Ela permanecerá como um animal. Isso não significa que ela virá a conhecer o seu verdadeiro eu, não. O verdadeiro pode ser conhecido somente através do falso, portanto, o ego é uma necessidade. Temos que passar por ele. Ela é uma disciplina. O verdadeiro pode ser conhecido somente através da ilusão. Você não pode conhecer a verdade diretamente. Primeiro você tem que conhecer aquilo que não é verdadeiro. Primeiro você tem que encontrar o falso. Através desse encontro, você se torna capaz de conhecer a verdade. Se você conhece o falso como falso, a verdade nascerá em você.
O ego é uma necessidade; é uma necessidade social, é um subproduto social. A sociedade significa tudo o que está ao seu redor, não você, mas tudo aquilo que o rodeia. Tudo, menos você, é a sociedade. E todos refletem. Você irá para a escola e o professor refletirá quem você é. Você fará amizade com outras crianças e elas refletirão quem você é. Pouco a pouco, todos estão adicionando algo ao seu ego, e todos estão tentando modificá-lo, de tal forma que você não se torne um problema para a sociedade. Eles não estão interessados em você. Eles estão interessados na sociedade.
A sociedade está interessada nela mesma, e é assim que deveria ser. Ela não está interessada no fato de que você deveria se tornar um conhecedor de si mesmo. Interessa-lhe que você se torne uma peça eficiente no mecanismo da sociedade. Você deveria ajustar-se ao padrão. Assim, estão tentando dar-lhe um ego que se ajuste à sociedade. Ensinam-lhe a moralidade. Moralidade significa dar-lhe um ego que se ajustará à sociedade. Se você for imoral, você será sempre um desajustado em um lugar ou outro.
É por isso que colocamos os criminosos nas prisões - não que eles tenham feito alguma coisa errada, não que ao colocá-los nas prisões iremos melhorá-los, não. Eles simplesmente não se ajustam. Eles criam problemas. Eles têm certos tipos de egos que a sociedade não aprova. Se a sociedade aprova, tudo está bem.
Um homem mata alguém - ele é um assassino. E o mesmo homem, durante a guerra, mata milhares - e torna-se um grande herói. A sociedade não está preocupada com o homicídio, mas o homicídio deveria ser praticado para a sociedade - então tudo está bem. A sociedade não se preocupa com moralidade. Moralidade significa simplesmente que você deve se ajustar à sociedade.
Se a sociedade estiver em guerra, a moralidade muda. Se a sociedade estiver em paz, existe uma moralidade diferente. A moralidade é uma política social. É diplomacia. E toda criança deve ser educada de tal forma que ela se ajuste à sociedade; e isso é tudo, porque a sociedade está interessada em membros eficientes. A sociedade não está interessada no fato de que você deveria chegar ao autoconhecimento. A sociedade cria um ego porque o ego pode ser controlado e manipulado. O eu nunca pode ser controlado e manipulado. Nunca se ouviu dizer que a sociedade estivesse controlando o eu - não é possível. E a criança necessita de um centro; a criança está absolutamente inconsciente de seu próprio centro. A sociedade lhe dá um centro e a criança pouco a pouco fica convencida de que este é o seu centro, o ego dado pela sociedade.
Uma criança volta para casa - se ela foi o primeiro aluno de sua classe, a família inteira fica feliz. Você a abraça e a beija, e você coloca a criança no colo e começa a dançar e diz: "Que linda criança! Você é um motivo de orgulho para nós." Você está dando um ego a ela. Um ego sutil. E se a criança chega em casa abatida, fracassada, um fiasco - ela não pode passar, ou ela tirou o último lugar - então ninguém a aprecia e a criança sente-se rejeitada. Ela tentará com mais afinco na próxima vez, porque o centro se sente abalado. O ego está sempre abalado, sempre à procura de alimento, de alguém que o aprecie. É por isso que você está continuamente pedindo atenção.
EGO, Esse centro é falso, porque você contém o seu centro verdadeiro. Este não é da conta de ninguém. Ninguém o modela, você vem com ele. Você nasce com ele. Assim, você tem dois centros. Um centro com o qual você vem, que lhe é dado pela própria existência. Este é o eu. E o outro centro, que lhe é dado pela sociedade - o ego. Ele é algo falso - e é um grande truque. Através do ego a sociedade está controlando você. Você tem que se comportar de uma certa maneira, porque somente então a sociedade o aprecia. Você tem que caminhar de uma certa maneira: você tem que rir de uma certa maneira; você tem que seguir determinadas condutas, uma moralidade, um código. Somente então a sociedade o apreciará, e se ela não o fizer, o seu ego ficará abalado. E quando o ego fica abalado, você já não sabe onde está, quem você é. Os outros lhe deram a idéia. Essa idéia é o ego.
Tente entendê-lo o mais profundamente possível, porque ele tem que ser jogado fora. E a menos que você o jogue fora, nunca será capaz de alcançar o eu. Por estar viciado no centro, você não pode se mover, e você não pode olhar para o eu. E lembre-se, vai haver um período intermediário, um intervalo, quando o ego estará despedaçado, quando você não saberá quem você é, quando você não saberá para onde está indo, quando todos os limites se dissolverão. Você estará simplesmente confuso, um caos.
Devido a esse caos, você tem medo de perder o ego. Mas tem que ser assim. Temos que passar através do caos antes de atingir o centro verdadeiro. E se você for ousado, o período será curto. Se você for medroso e novamente cair no ego, e novamente começar a ajeitá-lo, então, o período pode ser muito, muito longo; muitas vidas podem ser desperdiçadas.
Até mesmo o ser infeliz lhe dá uma sensação de "eu sou". Afastando-se disso, o medo toma conta; você começa a sentir medo da escuridão desconhecida e do caos - porque a sociedade conseguiu clarear uma pequena parte do seu ser... É o mesmo que penetrar em uma floresta. Você faz uma pequena clareira, você limpa um pedaço de terra, você faz um cercado, você faz uma pequena cabana; você faz um pequeno jardim, um gramado, e você sente-se bem. Além de sua cerca - a floresta, a selva. Aqui tudo está bem; você planejou tudo. Foi assim que aconteceu. A sociedade abriu uma pequena clareira em sua consciência. Ela limpou apenas uma pequena parte completamente e cercou-a. Tudo está bem ali. Todas as suas universidades estão fazendo isso. Toda a cultura e todo o condicionamento visam apenas limpar uma parte, para que você possa se sentir em casa ali.
E então você passa a sentir medo. Além da cerca existe perigo. Além da cerca você é, tal como dentro da cerca você é - e sua mente consciente é apenas uma parte, um décimo de todo o seu ser. Nove décimos estão aguardando no escuro. E dentro desses nove décimos, em algum lugar, o seu centro verdadeiro está oculto.
Precisamos ser ousados, corajosos. Precisamos dar um passo para o desconhecido. Por um certo tempo, todos os limites ficarão perdidos. Por um certo tempo, você vai sentir-se atordoado. Por um certo tempo, você vai sentir-se muito amedrontado e abalado, como se tivesse havido um terremoto.Mas se você for corajoso e não voltar para trás, se você não voltar a cair no ego, mas for sempre em frente, existe um centro oculto dentro de você, um centro que você tem carregado por muitas vidas. Esta é a sua alma, o eu.
Uma vez que você se aproxime dele, tudo muda, tudo volta a se assentar novamente. Mas agora esse assentamento não é feito pela sociedade. Agora, tudo se torna um cosmos e não um caos; nasce uma nova ordem. Mas esta não é a ordem da sociedade - é a própria ordem da existência. É o que Buda chama de Dharma, Lao Tsé chama de Tao, Heráclito chama de Logos. Não é feita pelo homem. É a própria ordem da existência.
Então, de repente tudo volta a ficar belo, e pela primeira vez, realmente belo, porque as coisas feitas pelo homem não podem ser belas. No máximo você pode esconder a feiúra delas, isso é tudo. Você pode enfeitá-las, mas elas nunca podem ser belas. A diferença é a mesma que existe entre uma flor verdadeira e uma flor de plástico ou de papel. O ego é uma flor de plástico, morta. Não é uma flor, apenas parece com uma flor. Até mesmo lingüisticamente, chamá-la de flor está errado, porque uma flor é algo que floresce. E essa coisa de plástico é apenas uma coisa e não um florescer. Ela está morta. Não há vida nela. Você tem um centro que floresce dentro de você. Por isso os hindus o chamam de lótus - é um florescer. Chamam-no de o lótus das mil pétalas. Mil significa infinitas pétalas. O centro floresce continuamente, nunca para, nunca morre. Mas você está satisfeito com um ego de plástico. Existem algumas razões para que você esteja satisfeito. Com uma coisa morta, existem muitas vantagens. Uma é que a coisa morta nunca morre. Não pode - nunca esteve viva. Assim você pode ter flores de plástico, e de certa forma elas são boas. Elas são permanentes; não são eternas, mas são permanentes. A flor verdadeira, a flor que está lá fora no jardim, é eterna, mas não é permanente. E o eterno tem uma maneira própria de ser eterno. A maneira do eterno é nascer muitas e muitas vezes... e morrer. Através da morte, o eterno se renova, rejuvenesce.
Para nós, parece que a flor morreu - ela nunca morre. Ela simplesmente troca de corpo, assim está sempre fresca. Ela deixa o velho corpo e entra em um novo corpo. Ela floresce em algum outro lugar, nunca deixa de estar florescendo. Mas não podemos ver a continuidade porque a continuidade é invisível. Vemos somente uma flor, outra flor; nunca vemos a continuidade. Trata-se da mesma flor que floresceu ontem. Trata-se do mesmo sol, mas em um traje diferente.
O ego tem uma certa qualidade - ele está morto. É de plástico. E é muito fácil obtê-lo, porque os outros o dão a você. Você não o precisa procurar; a busca não é necessária para ele. Por isso, a menos que você se torne um buscador à procura do desconhecido, você ainda não terá se tornado um indivíduo. Você é simplesmente uma parte da multidão. Você é apenas uma turba. Quando você não tem um centro autêntico, como você pode ser um indivíduo? O ego não é individual. O ego é um fenômeno social - ele é a sociedade, não é você. Mas ele lhe dá um papel na sociedade, uma posição na sociedade. E se você ficar satisfeito com ele, você perderá toda a oportunidade de encontrar o eu.
E por isso você é tão infeliz.
Com uma vida de plástico, como você pode ser feliz? Com uma vida falsa, como você pode ser extático e bem-aventurado? E esse ego cria muitos tormentos, milhões deles. Você não pode ver, porque se trata da sua escuridão. Você está em harmonia com ela. Você nunca reparou que todos os tipos de tormentos acontecem através do ego? Ele não o pode tornar abençoado; ele pode somente torná-lo infeliz.
O ego é o inferno."
OSHO - Extraído do livro "Além das Fronteiras da Mente"
Friday, April 11, 2008
uma aprendizagem
"O que também salvara Lóri é que sentia que se o seu mundo particular não fosse humano, também haveria lugar para ela, e com grande beleza: ela seria uma mancha difusa de instintos, doçuras e ferocidades, uma trêmula irradiação de paz e luta, como era humanamente, mas seria de forma permanente: porque se o seu mundo não fosse humano ela seria um bicho. Por um instante então desprezava o próprio humano e experimentava a silenciosa alma da vida animal.
E era bom. "Não entender" era tão vasto que ultrapassava qualquer entender - entender era sempre limitado. Mas não-entender não tinha fronteiras e levava ao infinito, ao Deus. Não era um não-entender como um simples de espírito. O bom era ter uma inteligência e não entender. Era uma bênção estranha como a de ter loucura sem ser doida. Era um desinteresse manso em relação às coisas ditas do intelecto, uma doçura de estupidez.
Mas de vez em quando vinha a inquietação insuportável: queria entender o bastante para pelo menos ter mais consciência daquilo que ela não entendia. Embora no fundo não quisesse compreender. Sabia que aquilo era impossível e todas as vezes que pensara que se compreendera era por ter compreendido errado. Compreender era sempre um erro - preferia a largueza tão ampla e livre e sem erros do não-entender. Era ruim, mas pelo menos se sabia que estava em plena condição humana.
No entando às vezes adivinhava. eram manchas cósmicas que substituíam entender"
E era bom. "Não entender" era tão vasto que ultrapassava qualquer entender - entender era sempre limitado. Mas não-entender não tinha fronteiras e levava ao infinito, ao Deus. Não era um não-entender como um simples de espírito. O bom era ter uma inteligência e não entender. Era uma bênção estranha como a de ter loucura sem ser doida. Era um desinteresse manso em relação às coisas ditas do intelecto, uma doçura de estupidez.
Mas de vez em quando vinha a inquietação insuportável: queria entender o bastante para pelo menos ter mais consciência daquilo que ela não entendia. Embora no fundo não quisesse compreender. Sabia que aquilo era impossível e todas as vezes que pensara que se compreendera era por ter compreendido errado. Compreender era sempre um erro - preferia a largueza tão ampla e livre e sem erros do não-entender. Era ruim, mas pelo menos se sabia que estava em plena condição humana.
No entando às vezes adivinhava. eram manchas cósmicas que substituíam entender"
Clarice Lispector
(porque o que eu mais aprendo lendo o livro da aprendizagem é como ela era mulher e meu antigo preconceito contra ela se foi, porque ela diz de mim coisas que nunca me houveram palavras para expressar, e eu morro em cada frase um pouquinho)
e é tudo culpa da Nat, que é coisa linda, personificação de poesia. Lindo também, é conhecer você e poder aprender tanto com seu jeito ainda mais manso e sincero de ser. Obrigada por ser assim.
e é tudo culpa da Nat, que é coisa linda, personificação de poesia. Lindo também, é conhecer você e poder aprender tanto com seu jeito ainda mais manso e sincero de ser. Obrigada por ser assim.
Tuesday, April 08, 2008
Babylon
I-man serve Selassie I continually. No matter what the weak heart say. And I know that I & I is like a tree, plant by the river of water, and not even the dog that piss against the wall of Babylon shall escape this judgment. For I & I know that all of the youth shall witness the day that Babylon shall fall!
Tuesday, April 01, 2008
sobre um nada que me preocupou
Ontem eu tive um acesso de ansiedade. Não sei bem o que houve. Às vezes era a falta do remédio, tanto tempo tomando, pra tirar a porra da ansiedade para não comer, que deve estar fazendo efeito na minha ansiedade original. Repensei algumas coisas, meu futuro está tranquilo, ainda acredito no que me firmei a acreditar e montar como planos, mas me vi em duvidas com algumas certezas absolutas, e tremi. Não que eu precise ter certeza de tudo, mas não tou pronta para esse tipo de auto-questionamento. Não ainda. Acho melhor me entreter e enrolar essas decisões para uma próxima temporada. SHIT.
Friday, March 14, 2008
I found peace
Acho que encontrei meu pedaço de direito, ainda não o tenho, mas já sei o que é. Como sempre imaginei que fosse, eu só quero a calma. E, babe, eu vou ter! I got the masterplan.
Tuesday, March 04, 2008
primeiro livro do ano
"Será isso a liberdade? Ele agiu, agora não pode mais voltar atrás; deve parecer-lhe estranho sentir atrás de si um ato desconhecido, que ele já quase não compreende e que vai transformar-llhe a vida. Eu, tudo o que faço, faço por nada; dir-se-ia que me roubam as conseqüencias de meus atos, tudo se passa como se eu pudesse sempre voltar atrás. Não sei o que não daria para cometer um ato irremediável."
J. P. Sartre - A idade da razão
Acabei de ler hoje, agora, na verdade. O livro me irritava, sentia ódio de Sartre e não compreendia porque ele ofuscava tanto o Camus, que, para mim, era mil vezes melhor. E ainda é, diga-se de passagem. Mas eu compreendi ao final do livro. Como a vida cumpre-se de dar o tom final às necessidades. Como a liberdade me pareceu algo à que se procurar, e como os tais libertos da modernidade são presos a conceitos antigos e facetas ridículas. O pederasta soube se fazer digno, e o falso digno que tanto me irritava com suas convicções patéticas, se fudeu.
Agora não sei se vou para o Grande Gatsby ou continuo nos caminhos da liberdade e tento colocar um pouco mais ainda de existencialismo na minha vida. Whatever, a noite antes de dormir, decido.
Agora não sei se vou para o Grande Gatsby ou continuo nos caminhos da liberdade e tento colocar um pouco mais ainda de existencialismo na minha vida. Whatever, a noite antes de dormir, decido.
Thursday, January 31, 2008
No more poor little miss
Hoje aproveitei para reler um pouco do que não lia a muito tempo. Coisas minhas, passado que foi passado e,às vezes, surge à lembrança, mostrando que a gente nunca esquece.
Estive tentando entender por onde eu estive. Todos os caminhos que eu escolhia e as pessoas que estavam do meu lado durante essa caminhada. Muitos se foram. Sinto falta de quase todos, mesmo dos que me fizeram sofrer, esses que não deveriam. Todos tiveram seus momentos. Sorrisos, esporádicos ou freqüentes, pelo menos algum, todos eles me trouxeram.
E o quanto aprendi. Não se pode esquecer e eu não esqueço. Falo tímida para mim mesma, para não ser má-compreendida. Mas eu agradeço a todos. Que estiveram presentes no filme que é a minha própria vida e que filme com meus olhos e coração. Todos que tiveram uma linha ligada a minha rede de vida, eu agradeço. Pela participação e pelo aprendizado.
Não existe pessoa alguma que não me tenha trago alguma coisa. Aprendi com todas, algumas através de sofrimento, outras alegria e, na maioria das vezes, através de ambos. E o quando eu tenho agradecer?! Penso bem, reflito e sorrio. Não é pouco. Eu já fui mais uma, querendo o que todo mundo quer. Pensando que o simples era o que ja estava ali e eu só não alcançava.
Aprendi que aquilo tudo não era para mim. Na verdade aquilo nada. Por tudo que a ânsia vinha em minha boca, nada daquilo hoje me importa. Eram caminhos fixos, presos nas bases da realidade fria e sem graça.
Ruminei a dor por muito tempo. Fiz dela minha grande companheira e a única que no final estaria ali, não me abandonaria. Só através dela me sentia viva e com ela juntava as palavras de forma a criar frases que nem eu acreditava serem minhas. Mas que é isso?
Hoje mal escrevo. Linhas tortas e porcas só pra expor um ponto de vista que fica preso na garganta de meus dedos. Toda aquela tristeza profunda e dor de mundo que não passava... Não importa mais nada. Me jogaram no canto sujo da tela e, desolada, pude ver o que importa. O que me importa.
Tudo agora é mais simples. O bucolismo me atraí como nunca, já odeio cidades e sociedades e tudo aquilo que era tudo há um tempo atrás. Sei que vou ser feliz, já não tenho medo do futuro, ele que se proteja de mim. O que eu quero não depende de muita coisa, e minha vida não está nas mãos de alguém, como sempre esteve. Não tenho mais rivais, deixe cada uma delas e cada um deles viver sua vida da maneira que bem achar melhor, já não me afeta.
Aprendi que solidão é uma merda, mas ter algum ser humano do lado não quer dizer estar acompanhada. Aprendi que sempre vai ter alguém que preste na sua vida, não importa a merda em que você esteja. E que os bons amigos estarão lá, venha o que vier. Aprendi que mal todo mundo faz, então já não ligo para más intenções, às vezes elas nem existem.
Por mais que ainda não tenha encontrado nem metade do que irá ser parte de mim, não estou mais perdida. Não existe mais desespero de ser encontrada, nem olhos triste, fitando o chão. Aliás, perder-se agora tem toda uma nova conotação para mim. Tudo que eu quero é me perder nesse universo de sentimentos e pensamentos e coisas que nem ao menos temos palavras para nomear para que se possa citar. Posso me sentir em casa, em qualquer lugar, e isso é ter-me encontrado perdida. Encontrei o meu lugar em mim, mas me perco nesse mundo, onde nunca mais quero ser encontrada.
Estive tentando entender por onde eu estive. Todos os caminhos que eu escolhia e as pessoas que estavam do meu lado durante essa caminhada. Muitos se foram. Sinto falta de quase todos, mesmo dos que me fizeram sofrer, esses que não deveriam. Todos tiveram seus momentos. Sorrisos, esporádicos ou freqüentes, pelo menos algum, todos eles me trouxeram.
E o quanto aprendi. Não se pode esquecer e eu não esqueço. Falo tímida para mim mesma, para não ser má-compreendida. Mas eu agradeço a todos. Que estiveram presentes no filme que é a minha própria vida e que filme com meus olhos e coração. Todos que tiveram uma linha ligada a minha rede de vida, eu agradeço. Pela participação e pelo aprendizado.
Não existe pessoa alguma que não me tenha trago alguma coisa. Aprendi com todas, algumas através de sofrimento, outras alegria e, na maioria das vezes, através de ambos. E o quando eu tenho agradecer?! Penso bem, reflito e sorrio. Não é pouco. Eu já fui mais uma, querendo o que todo mundo quer. Pensando que o simples era o que ja estava ali e eu só não alcançava.
Aprendi que aquilo tudo não era para mim. Na verdade aquilo nada. Por tudo que a ânsia vinha em minha boca, nada daquilo hoje me importa. Eram caminhos fixos, presos nas bases da realidade fria e sem graça.
Ruminei a dor por muito tempo. Fiz dela minha grande companheira e a única que no final estaria ali, não me abandonaria. Só através dela me sentia viva e com ela juntava as palavras de forma a criar frases que nem eu acreditava serem minhas. Mas que é isso?
Hoje mal escrevo. Linhas tortas e porcas só pra expor um ponto de vista que fica preso na garganta de meus dedos. Toda aquela tristeza profunda e dor de mundo que não passava... Não importa mais nada. Me jogaram no canto sujo da tela e, desolada, pude ver o que importa. O que me importa.
Tudo agora é mais simples. O bucolismo me atraí como nunca, já odeio cidades e sociedades e tudo aquilo que era tudo há um tempo atrás. Sei que vou ser feliz, já não tenho medo do futuro, ele que se proteja de mim. O que eu quero não depende de muita coisa, e minha vida não está nas mãos de alguém, como sempre esteve. Não tenho mais rivais, deixe cada uma delas e cada um deles viver sua vida da maneira que bem achar melhor, já não me afeta.
Aprendi que solidão é uma merda, mas ter algum ser humano do lado não quer dizer estar acompanhada. Aprendi que sempre vai ter alguém que preste na sua vida, não importa a merda em que você esteja. E que os bons amigos estarão lá, venha o que vier. Aprendi que mal todo mundo faz, então já não ligo para más intenções, às vezes elas nem existem.
Por mais que ainda não tenha encontrado nem metade do que irá ser parte de mim, não estou mais perdida. Não existe mais desespero de ser encontrada, nem olhos triste, fitando o chão. Aliás, perder-se agora tem toda uma nova conotação para mim. Tudo que eu quero é me perder nesse universo de sentimentos e pensamentos e coisas que nem ao menos temos palavras para nomear para que se possa citar. Posso me sentir em casa, em qualquer lugar, e isso é ter-me encontrado perdida. Encontrei o meu lugar em mim, mas me perco nesse mundo, onde nunca mais quero ser encontrada.
Sunday, December 23, 2007
for the one I love the most
Wouldn't it be nice if we were older
Then we wouldn't have to wait so long
And wouldn't it be nice to live together
In the kind of world where we belong
You know its gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together
Wouldn't it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through
Happy times together we've been spending
I wish that every kiss was never ending
Wouldn't it be nice
Maybe if we think and wish and hope and pray it might come true
Baby then there wouldn't be a single thing we couldn't do
We could be married
And then we'd be happy
Wouldn't it be nice
You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But lets talk about it
Wouldn't it be nice
Good night my baby
Sleep tight my baby
Then we wouldn't have to wait so long
And wouldn't it be nice to live together
In the kind of world where we belong
You know its gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together
Wouldn't it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through
Happy times together we've been spending
I wish that every kiss was never ending
Wouldn't it be nice
Maybe if we think and wish and hope and pray it might come true
Baby then there wouldn't be a single thing we couldn't do
We could be married
And then we'd be happy
Wouldn't it be nice
You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But lets talk about it
Wouldn't it be nice
Good night my baby
Sleep tight my baby
e é dificil esperar, por mais que nas férias estejamos juntos 24 horas por dia, por mais que eu possa dormir no seu ombro toda hora que me der vontade, o mundo que a gente quer, do jeito que a gente vai fazer, fugindo de todas essas coisas que nos circundam e nos revoltam, ainda vai chegar. Vamos fugir dos taxistas filhos da puta, dos babacas que tendem a deixar todo mundo mal, dos lugares mal-frequentados e de tudo que é sujo e feio. Estaremos em nosso mundo, só nosso, com aqueles que a gente permitirá frenquentar, nossos amigos e família que amamos.
Tuesday, December 11, 2007
10 de dezembro
tá. mais um ano que passou. 22 anos na minha vida que se passaram.
but who cares?!
eu tenho amigos e familia para me fazer feliz em cada um desses anos.
amo vocês, obrigada por tudo, eu não seria uma agulha sem vocês.
but who cares?!
eu tenho amigos e familia para me fazer feliz em cada um desses anos.
amo vocês, obrigada por tudo, eu não seria uma agulha sem vocês.
Tuesday, November 27, 2007
Meaningless
Eu não vou mudar o mundo. Já desisti da idéia de ter filhos. Faço uma faculdade que não me proverá de nada, a não ser um conhecimento tão útil quanto meu próprio umbigo. Não quero mais ser jonalista e tenho pavor dessa raça (sem ofensas, vocês sabem, jornalista não se ofende). Não sei sobre felicidade, não sei mais se isso existe. A calma não me segue mais, abandonou minha cabeça confusa e meus dias que andam passando mais rápido que o normal.
Várias vezes me convenci que não há sentido algum, que não seja o de viver puramente. De que somos seres insignificantes, um câncer maligno para esse tal planeta terra (ao inferno com as coorporações!). Mas o convencimento se vai, me culpo por acreditar nessa idéia mais fácil e procuro mais uma vez um porquê. Mas não acho. Não adianta vir com os significados de vocês, eu não burra. Simplesmente eles não dizem nada para mim. Na verdade, existem milhares de explicações e porquês e deveres e poderes e bla bla bla. Mas não funcionam. Acredito por um tempo, às vezes, e depois cai por terra, "it doesn´t work anymore".
E se o significado for a procura por algum significado qualquer? Aterrorizante. Não quero passar a minha vida na procura, se tudo que procuro é a calma. A procura devia atenção, não vá por esse caminho (se me permite um conselho). Um dia você pára no meio do caminho para descansar e olha para trás num impulso decorrente de se ruminar o que já se foi. E aí, meu bem, já se passaram dez anos e a correria mostrou-se lenta a ponto de ainda não ter um final. E nessa hora, pode bater um desespero, arrependimento, e ninguém quer isso, não é mesmo?
Algumas vezes eu penso em aceitar a vida ordinária, de trabalhar, casar, ter filhos e morrer velha e cansada. Escolho uma profissão que me agrada, me agarro até que consiga o título que for e alguma coisa me mostra quão babaca não é viver fazendo aquilo, ou o quanto estou me rendendo para os conceitos e fórmulas de vida que tanto nego. E me vejo mais uma vez parada no tempo. Esperando por algum tipo de mensagem ou aviso que me possa guiar "waiting for someone or something to show you the way", como ja diria o floyd rosa.
Música faria minha vida ter sentido, mas não faz. Simplesmente me questiona ainda mais sobre tudo. Letras e melodias que me fazem chorar, sempre elas. E meu sax? Eu não tenho nem tempo para ele!
Eu não estou fazendo de mim mesma uma pobre coitada. Longe de mim. Não tenho pena e nem como último sentimento do mundo, não quero isso de você. Simplesmente me questiono e me faço terapia através da minha escrita porca. Talvez esse poderia ser o sentido, mas bem não é.
Não quero mais frases feitas e pensamento pré-concebidos. Não me venha vender o seu sentido, porque só aceito um que venha de mim, porque senão nem teria sentido no final. Quem sabe o melhor não é eu passar minha vida me entorpecendo e vendo sentido em coisas que não estão ali. Ou que estão, mas simplesmente não significam nada... Eu acho que posso conviver com isso! Posso aceitar isso como impulsionador, pelo menos por um tempo. Pode me chamar de covarde ou coisa do tipo, por querer fugir da realidade, eu não ligo. Afinal, se a realidade não me cabe, eu procuro a loucura para me aconchegar. E ela me conforta e me faz ver bem mais a fundo que a frialdade dessa realidade suja e sem graça.
Quem sabe um dia, eu não vejo sentido no que todo mundo vê. Eu aceito a vida de braços abertos, bem diferente de como ela sempre me recepcionou. Um dia todo mundo cai na mesmice e se torna mais um. Se não encontrar meu sentido às vezes acabo bem assim. God save our souls. E que a loucura não me abandone, assim como a sanidade já fez há muito tempo.
Livre-associação, mais uma vez. Senti saudades suas, minha amiga.
Várias vezes me convenci que não há sentido algum, que não seja o de viver puramente. De que somos seres insignificantes, um câncer maligno para esse tal planeta terra (ao inferno com as coorporações!). Mas o convencimento se vai, me culpo por acreditar nessa idéia mais fácil e procuro mais uma vez um porquê. Mas não acho. Não adianta vir com os significados de vocês, eu não burra. Simplesmente eles não dizem nada para mim. Na verdade, existem milhares de explicações e porquês e deveres e poderes e bla bla bla. Mas não funcionam. Acredito por um tempo, às vezes, e depois cai por terra, "it doesn´t work anymore".
E se o significado for a procura por algum significado qualquer? Aterrorizante. Não quero passar a minha vida na procura, se tudo que procuro é a calma. A procura devia atenção, não vá por esse caminho (se me permite um conselho). Um dia você pára no meio do caminho para descansar e olha para trás num impulso decorrente de se ruminar o que já se foi. E aí, meu bem, já se passaram dez anos e a correria mostrou-se lenta a ponto de ainda não ter um final. E nessa hora, pode bater um desespero, arrependimento, e ninguém quer isso, não é mesmo?
Algumas vezes eu penso em aceitar a vida ordinária, de trabalhar, casar, ter filhos e morrer velha e cansada. Escolho uma profissão que me agrada, me agarro até que consiga o título que for e alguma coisa me mostra quão babaca não é viver fazendo aquilo, ou o quanto estou me rendendo para os conceitos e fórmulas de vida que tanto nego. E me vejo mais uma vez parada no tempo. Esperando por algum tipo de mensagem ou aviso que me possa guiar "waiting for someone or something to show you the way", como ja diria o floyd rosa.
Música faria minha vida ter sentido, mas não faz. Simplesmente me questiona ainda mais sobre tudo. Letras e melodias que me fazem chorar, sempre elas. E meu sax? Eu não tenho nem tempo para ele!
Eu não estou fazendo de mim mesma uma pobre coitada. Longe de mim. Não tenho pena e nem como último sentimento do mundo, não quero isso de você. Simplesmente me questiono e me faço terapia através da minha escrita porca. Talvez esse poderia ser o sentido, mas bem não é.
Não quero mais frases feitas e pensamento pré-concebidos. Não me venha vender o seu sentido, porque só aceito um que venha de mim, porque senão nem teria sentido no final. Quem sabe o melhor não é eu passar minha vida me entorpecendo e vendo sentido em coisas que não estão ali. Ou que estão, mas simplesmente não significam nada... Eu acho que posso conviver com isso! Posso aceitar isso como impulsionador, pelo menos por um tempo. Pode me chamar de covarde ou coisa do tipo, por querer fugir da realidade, eu não ligo. Afinal, se a realidade não me cabe, eu procuro a loucura para me aconchegar. E ela me conforta e me faz ver bem mais a fundo que a frialdade dessa realidade suja e sem graça.
Quem sabe um dia, eu não vejo sentido no que todo mundo vê. Eu aceito a vida de braços abertos, bem diferente de como ela sempre me recepcionou. Um dia todo mundo cai na mesmice e se torna mais um. Se não encontrar meu sentido às vezes acabo bem assim. God save our souls. E que a loucura não me abandone, assim como a sanidade já fez há muito tempo.
Livre-associação, mais uma vez. Senti saudades suas, minha amiga.
Sunday, November 11, 2007
Bob knows it all
1. Você é homem ou mulher?R: Just Like a Woman
2. Descreva-se.:
R: Like a Rolling Stone
3. O que as pessoas acham de você?
R: Mixed Up Confusion
4. Como descreveria seu último relacionamento amoroso?
R: Too Much of Nothing
5. Descreva sua atual relação com seu namorado ou pretendente.
R: All I Really Want to Do
6. Onde queria estar agora?
R: On the Road Again
7. O que pensa a respeito do amor?
R: Love Is Just A Four-letter Word
8. Como é sua vida?
R: Simple Twist of Fate
9. O que pediria se pudesse ter apenas um desejo?
R: One More Cup of Coffee
10. Escreva uma frase sábia.
R: Ain't No Man Righteous (No Not One)
11. Se despeça agora:
R: Most Likely You Go Your Way and I'll Go Mine
Friday, October 26, 2007
floyd is pink
e lunatic is in my head.
The lunatic is in my head
You raise the blade, you make the change
You re-arrange me 'til I'm sane.
You lock the door
And throw away the key
There's someone in my head but it's not me.
And if the cloud bursts, thunder in your ear
You shout and no one seems to hear.
And if the band you're in starts playing different tunes
I'll see you on the dark side of the moon.
The lunatic is in my head
You raise the blade, you make the change
You re-arrange me 'til I'm sane.
You lock the door
And throw away the key
There's someone in my head but it's not me.
And if the cloud bursts, thunder in your ear
You shout and no one seems to hear.
And if the band you're in starts playing different tunes
I'll see you on the dark side of the moon.
Friday, October 19, 2007
Nada pra postar, nada pra fazer
nome: Daniella Guedes Rodrigues Pereira
aniversário: todo ano. 10 de dezembro
idade: 21 UI jaja 22 AI
tatuagem? not yet, but wait, babe
piercings? três? só um na ativa
música: essencial
ama tanto alguém que seria capaz de chorar? all the time
você teve alguma fratura? nunca,sempre fui uma menininha comportada (UHUM)
pepsi ou coca-cola? cerveja!
tipos de bebidas? sucos, alcool, praianas, mexicanas, michela rules my life
nomes que você acha bonito: igor e lia
cor de roupa íntima favorita: transparente. queiscara.
numero do calçado: 37
numero favorito: números são todos iguais ¬¬
tipo de música: folk, country, blues, jazz, rock lo-fi
assunto de conversação mais detestável? qualquer conversa PODE ser válida
cor(es) favorita(s)? roxo e verde.
como te vê no futuro? nao me vejo, mas gostaria e conseguir trabalhar como fotógrafa de moda.
namorada(o)? my sailor, victor
amigos especiais? they rule my life and live in my heart and mind
comida preferida? mexicana
cantor(a) preferido(a)? BOB, bob dylan e johnny cash
qual a primeira coisa que voce pensa quando acorda? me esforço para não pensar
loiros(AS), morenos(AS) ou ruivos(AS)? who cares? nunca fez diferença
o que mais te interessa nele(A)? a rabugentisse, mal humor, manhas,inteligência, tudo!
se pudesse ser outra pessoa quem seria? seria legal experimentar ser todo mundo
filme preferido? pergunta difícil. david lynch sempre comanda, né?
esporte preferido? nem te conto ;)
tímido ou extrovertido? timidamente extrovertida
hobbie? encher a cara
frase que voce diz muito? acho digno
gostaria de ganhar o que no seu niver? férias. OPA, eu vou ganhar :D
paixões? eu não acredito em paixões
doce ou salgado? bittersweet
acredita que um amor pode durar eternamente? por que não?
condutor ou conduzido? parada ;D
ultimo lugar que voce gritou? anh? qual a importancia disso?
amigo que vive mais longe? meus primos e primas espalhados pelo Brasil
hora de ir pra cama? NUNCA
evento preferido? perder a linha com meus amigos ;)
três desejos: felicidade já basta e eu já tenho
infiel num namoro? i dont have the guts. nunca traí
qual foi o teu pior erro? deixei de dizer muita coisa pra muita gente quando tive a chance
O que é amizade pra voce? o mais importante
é viciado em algo? eu posso dizer que tenho alguns vícios, sim
qual foi o melhor dia de sua vida? tento fazer de tudo para que sejam todos os dias
e o pior? não vou forçar minha cabeça para lembrar, sorry
voce se considera ciumento(a)? exageradamente muito. dont mess with my man bitch!
qual curso no vestibular? tou fazendo comunicação já
pior sentimento do mundo: a falta de sentimento
melhor sentimento do mundo: sinestesia. sentir tudo ao mesmo tempo.
dois defeitos seus: dependencia e a minha falta de responsabilidade incurável
duas qualidades: paciente, e te digo, tenho óóótimos conselhos
romatico? não gosto dessa palavra, sorry
montanha russa, assustador ou excitante? divertida
caneta ou lápis? quem precisa deles?
qts toques antes de atender o telefone? o bastante para me acordar
amigo do telefone ou soh usa qdo necessário? gostar eu não gosto
se da bem com seus pais? muito, meus pais são dois ursinhos
quem vc tem como irmão? de sangue é minha irmã Ju
namorar ou ficar? juntar
tem mtos amigos? o suficiente
se tem, como se sente com eles? in home
oq vc mais gosta de fazer? have fun
chocolate ou baunilha? baunilha!!!
sorvete preferido: creme
torrada ou bacon? salada
do que sente saudade? de tudo e todos
medo: deixar a vida vencer
quem levaria para uma ilha deserta: no man is an island
signo: sagitário
bebida: michelada, com tequilia, por favor
uma cor pra tingir o cabelo: tou tentando um cobre meio loiro, mas tá difícil
oq tem nas paredes do seu quarto?eu não tenho quarto
oq tem em baixo da cama? sapatos
destro, canhoto ou ambidestro? canhota
noite ou dia? ambos!
um grande amor da sua vida: todo mundo que passou por ela.
está apaixonado? eu já falei que não acredito em paixão, mas eu amo.
vale a pena amar? obvio! se não valesse a pena sentir, para que viver?
oq estava ouvindo enquanto respondia o questionario? shuffle do winamp
Nome: tá ali em cima já
Idade: idem
Ocupação: estudante e editora gráfica
Horas que você começou a responder: 12:46
O que você está escutando: john coltrane & don cherry - the invisible
5 músicas
1 why does it always rain on me?
2 Like a rolling stone
3 into my arms
4 streets of baltimore
5 kick out of you
5 bandas
1 Back rebel motorcicle club
2 Pink Floyd
3 Little willies
4 Wilco
5 Flaming Lips
5 filmes
1 Monthy phynton (todos)
2 Twin Peaks (todos)
3 Little Miss Sunshine
4 The green mile
5 Casa de areia e névoa
6 Medo e delírio em Las Vegas
7 Star Wars
5 atores
1 Tom Hanks
2 Keanu Revees
3 Jonh Cusack
4 Edward Norton
5 Jessica Paré
5 cores
1 roxo
2 verde
3 amarelo
4 cobre
5 marron
5 comidas
1 salada
2 sorvete
3 chilli beans
4 peixe
5 musse de maracujá
5 sites
1 orkut
2 google (bestfriend)
3 sedentario hiperativo
4 deviantart
5 last fm
5 lugares
1 Ombro do Victor (melhor lugar do mundo)
2 Ibitipoca
3 Rio de Janeiro
4 São João Del Rey e/ou Paraguaçu Pta
5 Juiz de Fora
5 amigos
1 impossivel
2 citar
3 apenas
4 cinco
5 deles
5 sentimentos
1 amizade
2 necessidade
3 amor
4 carinho
5 felicidade
5 livros
1 O estrangeiro
2 O encontro marcado
3 Idade da razão
4 Preacher
5 Eu (augusto dos anjos)
5 nomes
1 lia
2 Igor
3 Hanna
4 Maria
5 Victor
5 coisas boas
1 amigos
2 família
3 victor
4 música
5 fotografia
5 coisas ruins
1 decepção
2 dor de ouvido
3 insegurança
4 desespero
5 televisão aberta
5 coisas que você faz quando ninguém vê.
1 choro
2 investigo
3 de resto
4 não me lembro
5 de mais nada
5 duvidas
1 fiz as escolhas certas?
2 vou conseguir o que eu quero?
3 existe final feliz?
4 why does it always rain on me?
5 Rio?
5 segredos
1 minha
2 vida
3 é um
4 livro
5 aberto
5 certezas
1 victor
2 amigos
3 família
4 bybye society
5 paz
5 medos
1 que me abandonem
2 morrer antes de tudo
3 perder bons momentos
4 de errar muito
5 do futuro
5 animais
1 P.j.Harvey, minha gata vira-lata
2 os três gatos da minha sogra
3 Brian, minha falecida tartaruga
4 Buddy, labrador do meu tio
5 Gui, gato mais lindo do mundo
Hora que você acabou
de responder: 13:19
Oque você está escutando agora: Marck Kozelek - Rock´n Roll Singer
aniversário: todo ano. 10 de dezembro
idade: 21 UI jaja 22 AI
tatuagem? not yet, but wait, babe
piercings? três? só um na ativa
música: essencial
ama tanto alguém que seria capaz de chorar? all the time
você teve alguma fratura? nunca,sempre fui uma menininha comportada (UHUM)
pepsi ou coca-cola? cerveja!
tipos de bebidas? sucos, alcool, praianas, mexicanas, michela rules my life
nomes que você acha bonito: igor e lia
cor de roupa íntima favorita: transparente. queiscara.
numero do calçado: 37
numero favorito: números são todos iguais ¬¬
tipo de música: folk, country, blues, jazz, rock lo-fi
assunto de conversação mais detestável? qualquer conversa PODE ser válida
cor(es) favorita(s)? roxo e verde.
como te vê no futuro? nao me vejo, mas gostaria e conseguir trabalhar como fotógrafa de moda.
namorada(o)? my sailor, victor
amigos especiais? they rule my life and live in my heart and mind
comida preferida? mexicana
cantor(a) preferido(a)? BOB, bob dylan e johnny cash
qual a primeira coisa que voce pensa quando acorda? me esforço para não pensar
loiros(AS), morenos(AS) ou ruivos(AS)? who cares? nunca fez diferença
o que mais te interessa nele(A)? a rabugentisse, mal humor, manhas,inteligência, tudo!
se pudesse ser outra pessoa quem seria? seria legal experimentar ser todo mundo
filme preferido? pergunta difícil. david lynch sempre comanda, né?
esporte preferido? nem te conto ;)
tímido ou extrovertido? timidamente extrovertida
hobbie? encher a cara
frase que voce diz muito? acho digno
gostaria de ganhar o que no seu niver? férias. OPA, eu vou ganhar :D
paixões? eu não acredito em paixões
doce ou salgado? bittersweet
acredita que um amor pode durar eternamente? por que não?
condutor ou conduzido? parada ;D
ultimo lugar que voce gritou? anh? qual a importancia disso?
amigo que vive mais longe? meus primos e primas espalhados pelo Brasil
hora de ir pra cama? NUNCA
evento preferido? perder a linha com meus amigos ;)
três desejos: felicidade já basta e eu já tenho
infiel num namoro? i dont have the guts. nunca traí
qual foi o teu pior erro? deixei de dizer muita coisa pra muita gente quando tive a chance
O que é amizade pra voce? o mais importante
é viciado em algo? eu posso dizer que tenho alguns vícios, sim
qual foi o melhor dia de sua vida? tento fazer de tudo para que sejam todos os dias
e o pior? não vou forçar minha cabeça para lembrar, sorry
voce se considera ciumento(a)? exageradamente muito. dont mess with my man bitch!
qual curso no vestibular? tou fazendo comunicação já
pior sentimento do mundo: a falta de sentimento
melhor sentimento do mundo: sinestesia. sentir tudo ao mesmo tempo.
dois defeitos seus: dependencia e a minha falta de responsabilidade incurável
duas qualidades: paciente, e te digo, tenho óóótimos conselhos
romatico? não gosto dessa palavra, sorry
montanha russa, assustador ou excitante? divertida
caneta ou lápis? quem precisa deles?
qts toques antes de atender o telefone? o bastante para me acordar
amigo do telefone ou soh usa qdo necessário? gostar eu não gosto
se da bem com seus pais? muito, meus pais são dois ursinhos
quem vc tem como irmão? de sangue é minha irmã Ju
namorar ou ficar? juntar
tem mtos amigos? o suficiente
se tem, como se sente com eles? in home
oq vc mais gosta de fazer? have fun
chocolate ou baunilha? baunilha!!!
sorvete preferido: creme
torrada ou bacon? salada
do que sente saudade? de tudo e todos
medo: deixar a vida vencer
quem levaria para uma ilha deserta: no man is an island
signo: sagitário
bebida: michelada, com tequilia, por favor
uma cor pra tingir o cabelo: tou tentando um cobre meio loiro, mas tá difícil
oq tem nas paredes do seu quarto?eu não tenho quarto
oq tem em baixo da cama? sapatos
destro, canhoto ou ambidestro? canhota
noite ou dia? ambos!
um grande amor da sua vida: todo mundo que passou por ela.
está apaixonado? eu já falei que não acredito em paixão, mas eu amo.
vale a pena amar? obvio! se não valesse a pena sentir, para que viver?
oq estava ouvindo enquanto respondia o questionario? shuffle do winamp
Nome: tá ali em cima já
Idade: idem
Ocupação: estudante e editora gráfica
Horas que você começou a responder: 12:46
O que você está escutando: john coltrane & don cherry - the invisible
5 músicas
1 why does it always rain on me?
2 Like a rolling stone
3 into my arms
4 streets of baltimore
5 kick out of you
5 bandas
1 Back rebel motorcicle club
2 Pink Floyd
3 Little willies
4 Wilco
5 Flaming Lips
5 filmes
1 Monthy phynton (todos)
2 Twin Peaks (todos)
3 Little Miss Sunshine
4 The green mile
5 Casa de areia e névoa
6 Medo e delírio em Las Vegas
7 Star Wars
5 atores
1 Tom Hanks
2 Keanu Revees
3 Jonh Cusack
4 Edward Norton
5 Jessica Paré
5 cores
1 roxo
2 verde
3 amarelo
4 cobre
5 marron
5 comidas
1 salada
2 sorvete
3 chilli beans
4 peixe
5 musse de maracujá
5 sites
1 orkut
2 google (bestfriend)
3 sedentario hiperativo
4 deviantart
5 last fm
5 lugares
1 Ombro do Victor (melhor lugar do mundo)
2 Ibitipoca
3 Rio de Janeiro
4 São João Del Rey e/ou Paraguaçu Pta
5 Juiz de Fora
5 amigos
1 impossivel
2 citar
3 apenas
4 cinco
5 deles
5 sentimentos
1 amizade
2 necessidade
3 amor
4 carinho
5 felicidade
5 livros
1 O estrangeiro
2 O encontro marcado
3 Idade da razão
4 Preacher
5 Eu (augusto dos anjos)
5 nomes
1 lia
2 Igor
3 Hanna
4 Maria
5 Victor
5 coisas boas
1 amigos
2 família
3 victor
4 música
5 fotografia
5 coisas ruins
1 decepção
2 dor de ouvido
3 insegurança
4 desespero
5 televisão aberta
5 coisas que você faz quando ninguém vê.
1 choro
2 investigo
3 de resto
4 não me lembro
5 de mais nada
5 duvidas
1 fiz as escolhas certas?
2 vou conseguir o que eu quero?
3 existe final feliz?
4 why does it always rain on me?
5 Rio?
5 segredos
1 minha
2 vida
3 é um
4 livro
5 aberto
5 certezas
1 victor
2 amigos
3 família
4 bybye society
5 paz
5 medos
1 que me abandonem
2 morrer antes de tudo
3 perder bons momentos
4 de errar muito
5 do futuro
5 animais
1 P.j.Harvey, minha gata vira-lata
2 os três gatos da minha sogra
3 Brian, minha falecida tartaruga
4 Buddy, labrador do meu tio
5 Gui, gato mais lindo do mundo
Hora que você acabou
de responder: 13:19
Oque você está escutando agora: Marck Kozelek - Rock´n Roll Singer
Monday, October 08, 2007
everybody is the bad guy

Não importa. Todo mundo é filho da puta mesmo. Eu teimava em encontrar um mocinho, na história de bangue-bangue da Terra. Mas eu só me envergonho por ser humana. Não existem coitadinhos, eu costumava ter pena do Japão por causa das bombas, mas a gente vai conhecendo a história e acaba vendo que foi muito é bem feito. E todo mundo que se fudeu foi assim; no começo da peninha, depois foi merecido. Sou cética agora quanto às pessoas. Se não houve maldade ainda, é porque ainda não houve a chance.
Eu lembro quando eu discutia durante horas com meu namorado, porque ele sempre foi um anti social, que fugia de desconhecidos e desagradáveis. Tentava dizer que a relação humana é necessária, que o homem se construiu em sociedade. E de fato eu tava certa, como sempre soube, o que eu não sabia, é que ele também estava; muito mais do que eu até. Nós precisamos de pessoas, mas não de todo mundo; a gente precisa dos nossos verdadeiros amigos, dos nossos amores e de nossa família (em alguns casos nem isso). Mas eu não preciso do resto. Ninguém precisa. Vamos nos isolar desses outros que só te olham com desejo que você caia. Que só te chamam para poder fuder no fnal da história.
Eu não quero nenhum babaca de qualquer espécie dizendo o que eu devo ou não fazer, eu sempre tive problemas com hierarquias. Eu não quero ninguém julgando por mim o que é certo e o que é errado, foda-se se eu não tenho o dom da percepção, eu vou aprender é com meus próprios erros, eu tenho culhões para me arrepender.
Ainda vou morar longe de tudo, perto somente para quem eu gosto poder me visitar. Vou ter minha casa, meu canto isolado das feiúras dessa realidade condenável que tanto me enoja. Não nasci com uma tarefa no mundo (pelo menos foi o que compreendi até hoje). E já que minha falta não será falta para ninguém, eu vou viver cada segundo da minha vida como eu bem quiser, contanto que não fira quem eu amo, o resto que se dane.
Socialismo, comunismo, capitalismo, marxismo, realismo, factualismo, ismo ismo ismo... Vá tudo para a puta que te pariu. Eu vou mais inventar meu dia-a-dia, no psicodelismo e existencialismo. essar merdas inventadas para ordenar, só desgovernam o trem de nossas vidas. Eu gosto é do gasto, eu quero o estrago. Quero a liberdade perto de mim, e a justiça dos outros bem longe. Porque essa tal justiça que anda por aí não me convence, não é a minha justiça. Não diz nada para mim. Vou fazer minhas próprias leis e reiventar uma justiça que não dê mais motivos para chorar, de revolta ou de arrependimento. E não tô nem aí para quem acha errado, faço a minha parte, sei por onde, sempre soube. E vou buscar a distância do que eu condeno, porque não julgo e penalizo, quem sou eu pra tal? Só me distancio e busco um entendimento maior. E quem estiver errado, não receberá minhas pedras, eu nunca atirei elas. Eu vou é buscar abrigo longe do que eu acho errado, e se fosse você, faria o mesmo, porque não adianta esperar, ninguém nunca vai fazer o mundo melhor para você. Só você.
Alan Moore, há mais de 25 anos fazendo jovens se distanciarem do que realmente é sujo e frio.
Eu lembro quando eu discutia durante horas com meu namorado, porque ele sempre foi um anti social, que fugia de desconhecidos e desagradáveis. Tentava dizer que a relação humana é necessária, que o homem se construiu em sociedade. E de fato eu tava certa, como sempre soube, o que eu não sabia, é que ele também estava; muito mais do que eu até. Nós precisamos de pessoas, mas não de todo mundo; a gente precisa dos nossos verdadeiros amigos, dos nossos amores e de nossa família (em alguns casos nem isso). Mas eu não preciso do resto. Ninguém precisa. Vamos nos isolar desses outros que só te olham com desejo que você caia. Que só te chamam para poder fuder no fnal da história.
Eu não quero nenhum babaca de qualquer espécie dizendo o que eu devo ou não fazer, eu sempre tive problemas com hierarquias. Eu não quero ninguém julgando por mim o que é certo e o que é errado, foda-se se eu não tenho o dom da percepção, eu vou aprender é com meus próprios erros, eu tenho culhões para me arrepender.
Ainda vou morar longe de tudo, perto somente para quem eu gosto poder me visitar. Vou ter minha casa, meu canto isolado das feiúras dessa realidade condenável que tanto me enoja. Não nasci com uma tarefa no mundo (pelo menos foi o que compreendi até hoje). E já que minha falta não será falta para ninguém, eu vou viver cada segundo da minha vida como eu bem quiser, contanto que não fira quem eu amo, o resto que se dane.
Socialismo, comunismo, capitalismo, marxismo, realismo, factualismo, ismo ismo ismo... Vá tudo para a puta que te pariu. Eu vou mais inventar meu dia-a-dia, no psicodelismo e existencialismo. essar merdas inventadas para ordenar, só desgovernam o trem de nossas vidas. Eu gosto é do gasto, eu quero o estrago. Quero a liberdade perto de mim, e a justiça dos outros bem longe. Porque essa tal justiça que anda por aí não me convence, não é a minha justiça. Não diz nada para mim. Vou fazer minhas próprias leis e reiventar uma justiça que não dê mais motivos para chorar, de revolta ou de arrependimento. E não tô nem aí para quem acha errado, faço a minha parte, sei por onde, sempre soube. E vou buscar a distância do que eu condeno, porque não julgo e penalizo, quem sou eu pra tal? Só me distancio e busco um entendimento maior. E quem estiver errado, não receberá minhas pedras, eu nunca atirei elas. Eu vou é buscar abrigo longe do que eu acho errado, e se fosse você, faria o mesmo, porque não adianta esperar, ninguém nunca vai fazer o mundo melhor para você. Só você.
Alan Moore, há mais de 25 anos fazendo jovens se distanciarem do que realmente é sujo e frio.
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